quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ella e arte do prazer



Ella gosta de artes em geral; teatro, exposições e feiras culturais e, por isso, sempre esteve antenada no assunto. Quando trabalhou no bairro da Liberdade soube de um espaço de fácil acesso, localizado na Avenida Lins de Vasconcelos,  e que iria iniciar um grupo novo de teatro, interessada, foi ate o local pegar informações e, bem recepcionada, conversou com o professor que imediatamente mexeu com seus desejos, sua boca bem desenhada, corpo malhado, mas o seu cheiro e sua voz a deixaram, deliberadamente excitada.
Conjunto Nacional, nunca mais será o mesmo.
Durante as aulas ele percebeu e retribuía os olhares e a pegava para demonstrar os exercícios, já sentia haver algo além do normal ali naquela sala durante as aulas. Quando iam fazer os exercícios ele fazia par com ela, a proposito, a pegava com firmeza em sua cintura juntando os corpos, percebia o quanto a provocava e Ella retribuía de modo a ficar indisfarçável o desejo do professor. Ella se excitava a cada aula, foi quando apareceu uma aluna nova, Sofia. De pele branca, lábios finos, cabelos loiros, olhos claros, uma pele de seda, unhas bem feitas, perfume arrebatador, deveria ser afrodisíaco, um corpo que chamava atenção de qualquer pessoa, falava bem, usava roupas que a deixavam com ar de leveza e sensualidade. Era uma pessoa perspicaz, que prestava atenção na sintonia dos dois ali ensaiando, trocando textos, olhares, gestos, desejos, e rapidamente começou a ser tomada pelas imaginações. As mais deliciosas que possa imaginar.
Sofia roubou a atenção de Ella, pois percebeu a forma que ela tocava o professor e começou demonstrar interesses, seu olhar, que era penetrante, e ao mesmo tempo desafiador, foi se aproximando e, como amiga, ajudava Ella a montar os textos nas aulas e as duas começaram a ter afinidades. Mas Ella não deixava seu professor na mão, todas as aulas ele que logo percebera o jogo da outra aluna, pegava a aluna preferida para os exemplos e explorava como um troféu de prazer para os demais alunos, ele provocava e deixava as alunas com desejo por ele, isso estava mais do que evidente.
Algumas semanas depois do início das aulas Ella foi dispensada mais cedo do trabalho e, como era dia de aula, chegou à escola antes do horário. Estava vazio, apenas a recepcionista, já conhecida estava lá, resolvel então caminhar pelo lugar, ali havia uma quadra, piscina e inúmeras salas, e resolveu então ir ao vestiário tomar um banho para relaxar. Caminhando para o local percebeu o barulho dos passos de alguém, era o professor, os dois se cumprimentaram e ficaram conversando, mas ela percebeu seu olhar de desejo por seu corpo e os retribuiu, ele colocou uma musica e a chamou para dançar, e os dois corpos foram se embalando.
Vieram os olhares, o desejos a flor da pele, o primeiro beijo enfiam aconteceu. Ele percorreu seu corpo, com mãos a deixava com mais desejo, calmamente a deitou no tatame. Ella sentia um tesão por ele que nem imaginava, foi quando ele foi rasgando sua roupa com desejo e ela também tirou a dele. Ao mesmo tempo em que se enlaçavam com seus corpos nus começou a chover, caiu um raio próximo e a chuva a deixava mais excitada, louca de tesão por aquele momento, por aquele homem que a acariciava.
Aquele professor, até então contido, deu lugar a um macho ousado, cuja boca, ansiosa, percorria o corpo daquela aluna gostosa – pensou ele – que não dissimulara seu apetite, e sentiu o sabor da pele que o atormentava nas aulas, a beijava com muito desejo, sentiu cada parte de seu corpo, começou pelo pés e foi subindo, dando um banho de língua. Ella gemia de prazer, acariciou seus seios e chegou ate seu sexo chupou-a com a língua aberta, por algum tempo, ela gemia de prazer e gozou algumaas vezes.
Ele a beijou freneticamente, a ponto de quase explodir tamanha era o desejo, ela correspondia com pequenas mordidas e lambidas que o deixou com mais tesão, ate chegar em seu pau e cair de boca, com vontade o chupava inteiro, lambia, mordiscava e assoprava, o deixou extremamente louco de tesão até que ele a puxou e ela sentou sendo penetrada e cavalgou. Era grande o tesão que sentiam, ela se pôs de quatro e ele, encantado com aquela bunda exposta e oferecida a penetrava, enquanto ela pedia mais força. Ella não parava de gozar e teve múltiplos orgasmos, quando terminou a transa os dois, exaustos e maravilhados pela química e delírios de prazer, iluminados pela luz que voltou, se vestiram e foram lavar seus rostos, disfarçar um pouco do cheiro de sexo e se preparar para a aula, pois estava quase na hora.
Ella estava sentada para começar a aula, quando chega sua nova amiga, que a cumprimenta e convida para tomar um vinho após a aula. Foram embora juntas, conversando, foi quando sua amiga colocou sua mão na perna de Ella, momento em que percebeu suas intenções e deixou acontecer naturalmente, as duas beberam e conversaram por algum tempo, suficiente para Sofia lhe roubar um beijo.
No último banheiro, Ella e Sofia se pegavam.
No dia seguinte se encontraram, ficou do fim de tarde anterior um novo desejo, ansiedade e lascívia suficientes para ser imperativo um reencontro rápido, combinaram de se ver no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, e quando se encontraram, para um beijo, foram banheiro juntas ao banheiro, foram no ultimo, a porta era até o chão, Sofia aproveitou e começou a beija-la, abriu sua blusa, e Ella foi fazendo o mesmo, as duas chupavam alternadamente os seios uma da outra, se beijavam, Sofia então a deitou no chão, havia espaço, chupou com gosto a boceta de Ella e, enquanto lambia toda a sua umidade, colocou um dedo para dar mais prazer à amiga. Ella, satisfeita, tratou de retribuir e chupou a amiga com o mesmo desejo, também colocou um dedinho para intensificar seu prazer, fez Sofia gozar algumas vezes.
Esqueceram onde estavam e, quando terminaram aquela transa impulsiva, saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido, as duas ainda sentiam o prazer à flor da pele e o tesão as consumia. Não seria a única transa que teriam naquele banheiro, para repetir a adrenalina, o tesão e o prazer dos orgasmos e do risco ainda voltariam ali algumas vezes.
Na aula seguinte, olhava o tatame e pensava na transa com o professor, isso a deixava excitada, mas era inevitável pensar também em Sofia. Dada a proximidade entre aquelas duas trepadas, intensas e tão próximas, chegou a molhar a calcinha, fez um exercício com os dois e foi a loucura em seus pensamentos, não sabia qual dos dois queria, qual desejava, mais ou menos, em que ordem, ou se queria os dois juntos. Passou a conciliar aqueles prazeres em meio a arte e suas duas inspirações de prazer, excitação e afinidade de química.

Nenhum comentário:

Postar um comentário