Ella gosta de artes em geral; teatro,
exposições e feiras culturais e, por isso, sempre esteve antenada no assunto. Quando
trabalhou no bairro da Liberdade soube de um espaço de fácil acesso, localizado
na Avenida Lins de Vasconcelos, e que
iria iniciar um grupo novo de teatro, interessada, foi ate o local pegar
informações e, bem recepcionada, conversou com o professor que imediatamente
mexeu com seus desejos, sua boca bem desenhada, corpo malhado, mas o seu cheiro
e sua voz a deixaram, deliberadamente excitada.
| Conjunto Nacional, nunca mais será o mesmo. |
Durante as
aulas ele percebeu e retribuía os olhares e a pegava para demonstrar os
exercícios, já sentia haver algo além do normal ali naquela sala durante as
aulas. Quando iam fazer os exercícios ele fazia par com ela, a proposito, a
pegava com firmeza em sua cintura juntando os corpos, percebia o quanto a
provocava e Ella retribuía de modo a ficar indisfarçável o desejo do
professor. Ella se excitava a cada aula, foi quando apareceu uma aluna
nova, Sofia. De pele branca, lábios finos, cabelos loiros, olhos claros, uma
pele de seda, unhas bem feitas, perfume arrebatador, deveria ser afrodisíaco,
um corpo que chamava atenção de qualquer pessoa, falava bem, usava roupas que a
deixavam com ar de leveza e sensualidade. Era uma pessoa perspicaz, que
prestava atenção na sintonia dos dois ali ensaiando, trocando textos, olhares,
gestos, desejos, e rapidamente começou a ser tomada pelas imaginações. As mais deliciosas
que possa imaginar.
Sofia roubou a
atenção de Ella, pois percebeu a forma que ela tocava o professor e
começou demonstrar interesses, seu olhar, que era penetrante, e ao mesmo tempo
desafiador, foi se aproximando e, como amiga, ajudava Ella a montar os textos
nas aulas e as duas começaram a ter afinidades. Mas Ella não deixava seu
professor na mão, todas as aulas ele que logo percebera o jogo da outra aluna,
pegava a aluna preferida para os exemplos e explorava como um troféu de prazer
para os demais alunos, ele provocava e deixava as alunas com desejo por ele, isso
estava mais do que evidente.
Algumas
semanas depois do início das aulas Ella foi dispensada mais cedo do
trabalho e, como era dia de aula, chegou à escola antes do horário. Estava
vazio, apenas a recepcionista, já conhecida estava lá, resolvel então caminhar
pelo lugar, ali havia uma quadra, piscina e inúmeras salas, e resolveu então ir
ao vestiário tomar um banho para relaxar. Caminhando para o local percebeu o
barulho dos passos de alguém, era o professor, os dois se cumprimentaram e
ficaram conversando, mas ela percebeu seu olhar de desejo por seu corpo e os
retribuiu, ele colocou uma musica e a chamou para dançar, e os dois corpos
foram se embalando.
Vieram os
olhares, o desejos a flor da pele, o primeiro beijo enfiam aconteceu. Ele
percorreu seu corpo, com mãos a deixava com mais desejo, calmamente a deitou no
tatame. Ella sentia um tesão por ele que nem imaginava, foi quando ele
foi rasgando sua roupa com desejo e ela também tirou a dele. Ao mesmo tempo em
que se enlaçavam com seus corpos nus começou a chover, caiu um raio próximo e a
chuva a deixava mais excitada, louca de tesão por aquele momento, por aquele
homem que a acariciava.
Aquele professor,
até então contido, deu lugar a um macho ousado, cuja boca, ansiosa, percorria o
corpo daquela aluna gostosa – pensou ele – que não dissimulara seu apetite, e sentiu
o sabor da pele que o atormentava nas aulas, a beijava com muito desejo, sentiu
cada parte de seu corpo, começou pelo pés e foi subindo, dando um banho de
língua. Ella gemia de prazer, acariciou seus seios e chegou ate seu
sexo chupou-a com a língua aberta, por algum tempo, ela gemia de prazer e gozou
algumaas vezes.
Ele a beijou
freneticamente, a ponto de quase explodir tamanha era o desejo, ela correspondia
com pequenas mordidas e lambidas que o deixou com mais tesão, ate chegar em seu
pau e cair de boca, com vontade o chupava inteiro, lambia, mordiscava e
assoprava, o deixou extremamente louco de tesão até que ele a puxou e ela
sentou sendo penetrada e cavalgou. Era grande o tesão que sentiam, ela se pôs
de quatro e ele, encantado com aquela bunda exposta e oferecida a penetrava, enquanto
ela pedia mais força. Ella não parava de gozar e teve
múltiplos orgasmos, quando terminou a transa os dois, exaustos e maravilhados pela
química e delírios de prazer, iluminados pela luz que voltou, se vestiram e foram
lavar seus rostos, disfarçar um pouco do cheiro de sexo e se preparar para a
aula, pois estava quase na hora.
Ella estava sentada para começar a aula, quando
chega sua nova amiga, que a cumprimenta e convida para tomar um vinho após a
aula. Foram embora juntas, conversando, foi quando sua amiga colocou sua mão na
perna de Ella, momento em que percebeu suas intenções e deixou acontecer
naturalmente, as duas beberam e conversaram por algum tempo, suficiente para
Sofia lhe roubar um beijo.
| No último banheiro, Ella e Sofia se pegavam. |
No dia
seguinte se encontraram, ficou do fim de tarde anterior um novo desejo,
ansiedade e lascívia suficientes para ser imperativo um reencontro rápido,
combinaram de se ver no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, e quando se
encontraram, para um beijo, foram banheiro juntas ao banheiro, foram no ultimo,
a porta era até o chão, Sofia aproveitou e começou a beija-la, abriu sua blusa,
e Ella foi fazendo o mesmo, as duas chupavam alternadamente os seios uma da
outra, se beijavam, Sofia então a deitou no chão, havia espaço, chupou com
gosto a boceta de Ella e, enquanto lambia toda a sua umidade, colocou um dedo
para dar mais prazer à amiga. Ella, satisfeita, tratou de
retribuir e chupou a amiga com o mesmo desejo, também colocou um dedinho para intensificar
seu prazer, fez Sofia gozar algumas vezes.
Esqueceram onde
estavam e, quando terminaram aquela transa impulsiva, saíram do banheiro como
se nada tivesse acontecido, as duas ainda sentiam o prazer à flor da pele e o
tesão as consumia. Não seria a única transa que teriam naquele banheiro, para
repetir a adrenalina, o tesão e o prazer dos orgasmos e do risco ainda
voltariam ali algumas vezes.
Na aula
seguinte, olhava o tatame e pensava na transa com o professor, isso a deixava
excitada, mas era inevitável pensar também em Sofia. Dada a proximidade entre
aquelas duas trepadas, intensas e tão próximas, chegou a molhar a calcinha, fez
um exercício com os dois e foi a loucura em seus pensamentos, não sabia qual
dos dois queria, qual desejava, mais ou menos, em que ordem, ou se queria os
dois juntos. Passou a conciliar aqueles prazeres em meio a arte e suas duas inspirações
de prazer, excitação e afinidade de química.
